O sorriso era como sol
em dia de chuva
que aparece quase nada
mas que ilumina mesmo assim.
[21 de outubro de 2015]
domingo, 1 de novembro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Sobre a falta...
fora a logicidade
apenas sinto falta de estar contigo
de te sentir por perto
de olhar teu rosto
de traços fortes
e suaves
teus olhos distantes e brandos
ao mesmo tempo agitados e graves
tua boca sempre grande, atraente e doce.
apenas sinto falta de estar contigo
de te sentir por perto
de olhar teu rosto
de traços fortes
e suaves
teus olhos distantes e brandos
ao mesmo tempo agitados e graves
tua boca sempre grande, atraente e doce.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Sobre o florescer...
Se a César o que é de César
a você o que é para ser:
gratidão
por ter regado este canteiro
fazendo minha vida
florescer
o ser
Nunca é tarde quando é a tempo.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Sobre o não saber...
Pobre de ti, que não sabias o que é amor
que te deixaste iludir a si
vendo num aceno um "vem comigo"
e indo sem perguntar para onde
ou até quando
continuando a seguir...
sozinho.
Pobre de ti digo para mim.
[17 de setembro de 2015]
que te deixaste iludir a si
vendo num aceno um "vem comigo"
e indo sem perguntar para onde
ou até quando
continuando a seguir...
sozinho.
Pobre de ti digo para mim.
[17 de setembro de 2015]
Sobre a esperança... [3]
Ah, esperança...
Dentre tudo o que se sente
és o que parece ser a única coisa
que se sente inevitavelmente.
[19 de setembro de 2015]
Dentre tudo o que se sente
és o que parece ser a única coisa
que se sente inevitavelmente.
[19 de setembro de 2015]
sábado, 5 de setembro de 2015
Sobre a dor...
Quanto se perde ao se achar em si
em si e somente em si?
Quanto se ganha ao se perder?
Talvez preciso seja
guardar a própria dor no bolso,
e inclinar-se ao outro.
em si e somente em si?
Quanto se ganha ao se perder?
Talvez preciso seja
guardar a própria dor no bolso,
e inclinar-se ao outro.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Sobre o sentir...
Como uma fogueira
que estala raro por perder força
o que sinto aos poucos vai se apagando
sem pressa, a fagulhar cada vez menos.
que estala raro por perder força
o que sinto aos poucos vai se apagando
sem pressa, a fagulhar cada vez menos.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Sobre o to be...
Sossegue que nada é
tudo apenas está
no devido lugar
no tempo [in]certo
dentro do [im]possível.
Sossegue, nem tudo é
pra já
pr'um dia
pra sempre
ou nunca mais.
tudo apenas está
no devido lugar
no tempo [in]certo
dentro do [im]possível.
Sossegue, nem tudo é
pra já
pr'um dia
pra sempre
ou nunca mais.
domingo, 16 de agosto de 2015
Sobre agosto...
Se agosto é o mês dos ventos
que ele sopre pra longe
esses pensamentos
desgostosos
e traga outros
Ah[meu]gosto!
[16 de agosto de 2015]
que ele sopre pra longe
esses pensamentos
desgostosos
e traga outros
Ah[meu]gosto!
[16 de agosto de 2015]
sábado, 1 de agosto de 2015
Sobre o toque...
Frequentemente
tenho vontade de esticar o braço
e com os dedos
tocar você.
Mas pra quê?
Se o toque
só quem sentiria seria eu...
(25 de julho de 2015)
tenho vontade de esticar o braço
e com os dedos
tocar você.
Mas pra quê?
Se o toque
só quem sentiria seria eu...
(25 de julho de 2015)
Sobre a pétala...
A cada dia passado
uma pétala a menos
da flor que eu tinha
pra te dar.
Deixarei
até o talo secar.
(01 de agosto de 2015)
uma pétala a menos
da flor que eu tinha
pra te dar.
Deixarei
até o talo secar.
(01 de agosto de 2015)
sábado, 25 de julho de 2015
Poema-prelúdio...
Findando um quarto de um século...
um ciclo a se fechar...
tanto prestes a aprender...
resignificar...
redimensionar...
reconsiderar...
realinhar o contorno da própria vida
estendendo ali, cortando aqui.
Chego a pensar que tem sido tudo de uma vez
chego a desejar a ignorância de outrora
porque o conhecimento de agora dói.
Mas...
a fé é mais!
Sei que mesmo no deserto sempre haverá o maná
e que depois do deserto vem o manancial de boas coisas:
resultado do que se viveu, percebeu e aprendeu
e sobretudo, venceu.
Vitória sobre o próprio eu:
expandindo o olhar e o pensamento
pr'aquilo que vai além:
do que eu posso ver.
um ciclo a se fechar...
tanto prestes a aprender...
resignificar...
redimensionar...
reconsiderar...
realinhar o contorno da própria vida
estendendo ali, cortando aqui.
Chego a pensar que tem sido tudo de uma vez
chego a desejar a ignorância de outrora
porque o conhecimento de agora dói.
Mas...
a fé é mais!
Sei que mesmo no deserto sempre haverá o maná
e que depois do deserto vem o manancial de boas coisas:
resultado do que se viveu, percebeu e aprendeu
e sobretudo, venceu.
Vitória sobre o próprio eu:
expandindo o olhar e o pensamento
pr'aquilo que vai além:
do que eu posso ver.
sábado, 11 de julho de 2015
Sobre o falar...
Te falo do que sinto
porque são coisas tão bonitas...
que talvez você se deixe encantar
com a beleza do que você mesmo
é capaz de despertar.
(10 de julho de 2015)
porque são coisas tão bonitas...
que talvez você se deixe encantar
com a beleza do que você mesmo
é capaz de despertar.
(10 de julho de 2015)
terça-feira, 7 de julho de 2015
Sobre a paixão...
Ao se apaixonar primeiro é o prazer
prazer prazer
Depois uma roda gigante de emoções
oscilando entre o bem ou mal querer
Quando a montanha-russa desce enfim
se for pro sim: a paz do amor
se for pro não: libertação.
(07 de julho de 2015)
prazer prazer
Depois uma roda gigante de emoções
oscilando entre o bem ou mal querer
Quando a montanha-russa desce enfim
se for pro sim: a paz do amor
se for pro não: libertação.
(07 de julho de 2015)
Sobre o confiar...
Confiar dever ser isso:
ter vontade de insistir
persistir
mas respirar fundo
e optar por esperar
acontecer
aquilo que deve ser.
(07 de julho de 2015)
ter vontade de insistir
persistir
mas respirar fundo
e optar por esperar
acontecer
aquilo que deve ser.
(07 de julho de 2015)
terça-feira, 23 de junho de 2015
Sobre a saudade...
Tenho saudades das loucuras
que fizemos juntos
Os encontros às escondidas
na casa dos meus pais
Os encontros nos dias de chuva...
(02 de abril de 2015)
que fizemos juntos
Os encontros às escondidas
na casa dos meus pais
Os encontros nos dias de chuva...
(02 de abril de 2015)
Sobre o [in]segurar...
Insegura
tudo isso que te impede de se mover
que te paralisa e pisa em você
boicotando o teu viver
no exato agora que único é.
Insegura esse muro a te envolver
e abre mão disso que só faz te prender
num disco
arranhado
pura repetição.
(07 de abril de 2015)
tudo isso que te impede de se mover
que te paralisa e pisa em você
boicotando o teu viver
no exato agora que único é.
Insegura esse muro a te envolver
e abre mão disso que só faz te prender
num disco
arranhado
pura repetição.
(07 de abril de 2015)
Sobre o leve...
A mais vaga lembrança sua
o mais leve pensamento em você
faz o meu corpo todo disparar
estremecer.
(03 de dezembro de 2015)
o mais leve pensamento em você
faz o meu corpo todo disparar
estremecer.
(03 de dezembro de 2015)
sábado, 20 de junho de 2015
Sobre a inspiração...
E sinto transpassar no tempo...
o que nome não sei dar,
mas sei que é do bem.
Sei também que jamais vou esquecer.
E se longe estiver
se não precisar te ver
com outro alguém,
acho bonito isso de não te esquecer
e lembrar do que vivi e senti,
fiz e quis.
Mesmo porque tive a glória do eterno
prazer.
Afinal, o que é bom é atemporal
Pode ser eterno nuns instantes
ou enquanto durar
a inspiração.
(19 de junho de 2015)
o que nome não sei dar,
mas sei que é do bem.
Sei também que jamais vou esquecer.
E se longe estiver
se não precisar te ver
com outro alguém,
acho bonito isso de não te esquecer
e lembrar do que vivi e senti,
fiz e quis.
Mesmo porque tive a glória do eterno
prazer.
Afinal, o que é bom é atemporal
Pode ser eterno nuns instantes
ou enquanto durar
a inspiração.
(19 de junho de 2015)
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